Sou alguém que cresceu na tecnologia, passei boa parte da vida conectado a telas, criando soluções, sistemas e projetos digitais. Também sou skatista, e o estilo de vida do skate me presenteou com conexões verdadeiras e amizades que carrego para a vida, além de me levar a conhecer muitos lugares.
Agora vivo um novo movimento. A tecnologia continua sendo parte essencial da minha trajetória, mas chegou um ponto em que percebi a necessidade de ampliar meus horizontes. Entendi que não bastava apenas viver pela lógica e pela rotina. Era preciso me deslocar, tanto fisicamente quanto internamente, para me reencontrar.
A estrada deixou de ser uma fuga. Ela se transformou em um chamado. E eu escolhi atender.
O Pixel nasce desse desejo. Ele representa a união entre empreendedorismo, tecnologia, desenvolvimento, trabalho remoto e viagens. É a busca por um equilíbrio que me permita continuar aprendendo e construindo experiências significativas, enquanto exploro o mundo. Não se trata de deixar tudo para trás, mas de aproveitar o privilégio de poder trabalhar de forma remota, viajar com frequência e, ao mesmo tempo, manter uma base fixa.
No Pixel, cada escolha tem um significado. E a Kombi não é apenas um meio de transporte é um símbolo da liberdade, da escuta e do movimento consciente que quero viver.
Escolhi a Kombi porque ela carrega histórias, memórias e uma filosofia de vida mais simples e essencial. Para mim, ela é casa, é estrada, é abrigo. Ela me obriga a andar no tempo do mundo, a parar quando é preciso, a conversar com desconhecidos e a viver com o necessário.
Na estrada, a Kombi vira casa, escritório, refeitório, ponto de encontro. É onde escrevo, descanso, trabalho, recebo ideias e ofereço presença. O formato convida à troca: é raro passar por uma Kombi sem se perguntar de onde veio e para onde vai. E essa curiosidade abre portas para conexões reais.
A Kombi também representa a vulnerabilidade corajosa que quero cultivar com o Pixel, estar na estrada sem garantias, confiando no caminho, na comunidade e na força do propósito. Ela me tira do conforto e me coloca no território do imprevisto como fonte de aprendizado.
Ao escolher uma Kombi, escolhi ir devagar. Escolhi a rota menos acelerada, onde há tempo para ouvir, aprender, registrar e compartilhar com integridade.
Porque, no fim das contas, a jornada é tão importante quanto o destino. E a Kombi é a forma que encontrei de torná-la humana, acessível e verdadeira.